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Discos retornam e se consolidam no mercado entre colecionadores


Se você nasceu entre as décadas de 1940 e 1980 deve se lembrar de como eram comercializadas as músicas de artistas na época. Os discos de vinil, originalmente chamados LP (abreviação de  long playing record), fizeram parte da história da indústria fonográfica e de gerações ao redor do mundo. Ou melhor, ainda fazem. Após perder espaço nas prateleiras do consumidor para os CDs, no início dos anos 1990, a peça volta com força total nos últimos anos, acumulando entusiastas e colecionadores que não abrem mão de ouvir suas canções favoritas no bom e velho “bolachão”, como também são conhecidos.

A demanda pelo formato aumentou expressivamente em escala global nos últimos sete anos. Para se ter uma ideia, as vendas de vinil no Japão em 2016 chegaram ao número de 800 mil unidades, oito vezes mais que o registrado em 2010. Nos Estados Unidos, o número atingiu a casa dos 17,2 milhões de discos vendidos e no Reino Unido o entusiasmo fez com que as vendas de vinil ultrapassassem as de músicas em formatos digitais. O número fez com que a gigante Sony retomasse a fabricação dos discos após quase 30 anos.

Em Manaus, há quem diga que o vinil nunca saiu de moda. O DJ Marcos Tubarão é um dos aficionados pela peça, que utiliza para discotecar desde o início da carreira, no final dos anos 1980. “Comecei a utilizar o vinil porque era a plataforma que tinha no início dos anos 90. Eu acredito que ele nunca saiu de cena. Agora tem uma projeção maior com o final do CD, fez com que ele tenha aparecido mais, as fábricas estão voltando”, conta o DJ.

Em sua coleção pessoal, mais de 30 mil exemplares dos mais variados gêneros. Ainda assim, a lista tende a aumentar. “Na minha lista dos que estão prestes a chegar tem o ‘Espiral de Ilusão’, novo do Criolo, e ‘A Mulher do Fim do Mundo’, da Elza Soares. Ambos são discos atuais” revela Tubarão.

Mas em uma geração criada em meio a serviços musicais de streamings e MP4, o que justifica tamanha popularidade de um item tido como ultrapassado? “No meu caso é por que eu trabalho com ele. O vinil tem mais qualidade. Uma coisa é você ouvir um som no carro, com os amigos, outra é você oferecer um som para o público. É preciso qualidade. Tem a questão também de ter um disco físico, ter aquele contato diferente do que aquilo de se ter só na Internet. A qualidade, ficha técnica, tudo isso vem presente”, justifica o DJ.

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Amanhã o presente será passado! Alessandro Turci


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