O tempo presente será passado um dia, o passado será lembrado no presente e o futro se tornará passado que sera lembrado no presente!
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Top Novelas - Anos 70 aos Anos 90


Irmãos Coragem (1970 – 1971), Janete Clair
Os machões não resistiram em acompanhar esse faroeste à brasileira ambientado em Goiás. Sobrou testosterona com o ainda jovem Tarcísio Meira quebrando diamante a marretada!

O Bem-Amado (1973), Dias Gomes
Odorico Paraguaçu encarna a síntese do político brasileiro. Ao vivo e em cores. E na morte também.

Gabriela (1975), Walter George Durst
A lendária Sônia Braga, teoricamente, não seria a escolha ideal para dar vida a morenice brejeira da personagem de Jorge Amado. Precisou subir em um telhado e regatar uma pipa para provar o contrário. Convenceu até ao Marcello Mastroianni.

Saramandaia (1976), Dias Gomes
Levou para televisão o boom da literatura fantástica latino-americana. Tentaram fazer de novo, mas sem o clima do boom não teve graça. Até para voar precisa ter o tempo certo.

Escrava Isaura (1976-1977), Gilberto Braga
Novela de época que definiu as regras do gênero. Envelheceu bastante, no tom e no ritmo, mas será sempre um marco.

Elas por Elas (1982), Cassiano Gabus Mendes
O detetive de terno listrado Mário Fofoca e seu fusca prateado carregaram a novela nas costas, ou no porta-malas.

Guerra dos Sexos (1983-1984), Silvio de Abreu
Caso raro de novela que entra no cânone por uma única e inesquecível cena: Fernanda Montenegro e Paulo Autran guerreando no café da manhã. Segundo a lenda, um improviso. Ninguém poderia fazer melhor. E não fizerem mesmo.

Vereda Tropical (1984-1985), Carlos Lombardi
A saga do jogador de futebol Luca indo do Cantareira para o Corinthians, Super-Téo voando, uma enfermeira sádica e a voz rouca de Verônica. O resto é detalhe.

Roque Santeiro (1985-1986), Dias Gomes / Aguinaldo Silva
A maior novela de todos os tempos. Trama cínica, crítica e inteligente. Personagens marcantes, dos protagonistas aos coadjuvantes: Sinhozinho Malta, Viúva Porcina, Professor Astromar, Zé das Medalhas, Mocinha, Florindo Abelha, cego Jeremias, Beato Salú. Trilha sonora repleta de hits e um festival de cenas memoráveis. Coroando tudo, um capítulo final com direito a citações explícitas dos clássicos “O Homem que Matou o Facínora” e “Casablanca”.

Ti-ti-ti (1985-1986), Cassiano Gabus Mendes
Jacques Leclair e Victor Valentin não saem de moda. Só não vale tentar repetir a roupa. Não dá, jogaram o molde fora.

Roda de Fogo (1986-1987), Lauro César Muniz
As crises de cefaleia do inescrupuloso Renato Villar, interpretado pelo mestre Tarcísio Meira, renderam cenas inesquecíveis. A estranha relação sadomasoquista discreta vivida pelo fantástico vilão Mario Liberato e seu mordomo-amante Jacinto não foi entendida por muita gente. Mas a culpa é sempre do mordomo. Principalmente quando ele é um ex-torturador do Regime Militar.

Mandala (1987-1988), Dias Gomes
Mitologia grega, incesto e Vera Fischer no auge. “Como uma deusa, você me mantêm”.

Bebê a Bordo (1988-1989), Carlos Lombardi
Humor besteirol que rendeu um álbum de figurinhas muito divertido.

Vale Tudo (1988-1989), Gilberto Braga
Uma novela “séria”, no melhor sentido da palavra. Teve a maior vilã da história da TV: Odete Roitman. Final cínico, corajoso e impactante.

O Salvador da Pátria (1989), Lauro César Muniz
“Meninos, eu vi”. Essa adaptação do filme “O Crime do Zé Bigorna”, imortalizou Lima Duarte como Sassá Mutema, o boia-fria analfabeto que se elegeu prefeito. A sinopse original prévia que o personagem seria presidente. Mudaram para não influenciar as eleições de 1989. A ficção não foi tão longe quanto a realidade.

Que Rei Sou Eu (1989), Cassiano Gabus Mendes
Homenagem aos antigos filmes de capa espada. Gerou um personagem icônico: o maléfico mago Ravengar, interpretado por Antônio Abujamra.

Tieta (1989-1990), Aguinaldo Silva
Disputa com “Gabriela” o título de melhor adaptação da obra de Jorge Amado. Leva uma Perpétua de vantagem.

Pantanal (1990), Benedito Ruy Barbosa
Juma tomando banho no rio e Almir Sater tocando viola. Sem mais.

Renascer (1993), Benedito Ruy Barbosa
Novela que, devidamente editada, renderia um filme épico.

Amanhã o presente será passado! Alessandro Turci


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